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Praticar caminhadas, ciclismo e outros esportes ao ar livre é muito saudável. Mas quem se dedica a essas atividades também está sujeito a concussões. Mais do que um machucado superficial na cabeça, a concussão é uma lesão ocorrida quando alguém sofre um choque, solavanco ou pancada que faça o cérebro balançar dentro do crânio, onde ele fica suspenso no líquido cefalorraquidiano.

SELEÇÕES | Agosto | Agosto 2020

Pancadas fortes. Como identificar uma concussão e se recuperar dela

SELEÇÕES | Agosto | Agosto 2020

O litoral norte paulista é um dos mais belos do País. E isso se deve em grande parte ao magnetismo das montanhas da Serra do Mar, que nesse trecho da costa avançam sem qualquer cerimônia até a beira das praias, formando enseadas fotogênicas cercadas pelo verde da mata atlântica.

VIAJE MAIS | 231 | Agosto 2020

As mais belas Paulista

VIAJE MAIS | 231 | Agosto 2020

A taxa básica de juros em 2% ao ano aproxima o Brasil de índices semelhantes ao de economias maduras. Só falta o custo menor do dinheiro chegar ao consumidor Dois por cento. Em um Brasil acostumado a juros oficiais mais altos do mundo durante décadas, a Selic nesse patamar é um fato inédito. Na quarta-feira (5), o Comitê de Política Econômica do Banco Central (Copom) renovou o recorde de baixa ao cortar em 0,25 ponto percentual a taxa básica. Com isso, deixa o País mais próximo do custo zero do dinheiro, embora o custo de qualquer modalidade de empréstimo ou financiamento seja muito acima disso para o consumidor final. O Copom justificou a decisão à tentativa de reativar a atividade econômica e sinalizou que poderá fazer novos cortes. “Eventuais ajustes futuros no atual grau de estímulo ocorreriam com gradualismo adicional e dependerão da percepção sobre a trajetória fiscal”, informou a instituição, em nota, indicando receio com o afrouxamento da política fiscal e o estouro dos gastos públicos durante a pandemia. Que a queda da Selic é um bom remédio para o País, ninguém duvida. A dose do estímulo, no entanto, é vista com cautela pelos economistas. Para o ex-presidente do BC, Arminio Fraga, levar a taxa básica para perto de zero pode um sinal de problemas econômicos. “Não há dogmas que impedem novos cortes da taxa, mas isso mostraria que as coisas estão muito ruins”, disse Fraga, em live promovida pelo jornal Valor. Os economistas do BC reconhecem que há um sinal amarelo aceso no campo econômico e condicionaram a manutenção da Selic baixa à continuidade dos debates em torno das reformas necessárias para a longevidade da saúde fiscal brasileira, especialmente a tributária. “Perseverar no processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira é essencial para permitir a recuperação sustentável da economia”, acrescentou a nota do Copom. Na avaliação do coordenador de cursos de pós-graduação da Fipecafi, Estevão Alexandre Garcia, a consolidação esse novo patamar da Selic abre espaço para que o governo reduza suas despesas com o pagamento de juros da dívida e amplie investimentos em áreas essenciais para a volta do crescimento. “Sem qualquer risco de pressão inflacionária no curto e médio prazo, a Selic perto de zero cria um ambiente favorável a um plano mais ousado de investimentos, com gastos maiores e melhores”, afirmou o economista. “Resta o aumento da concorrência no sistema bancário para que essa taxa básica de juros represente custos menores para os brasileiros”, disse Garcia. Agora, é pagar – de preferência pouco – para ver. Leia mais na revista IstoÉ Dinheiro, edição 1183.

ISTOÉ DINHEIRO | 1183 | Agosto 2020

Selic mais perto de zero

ISTOÉ DINHEIRO | 1183 | Agosto 2020

Durante a quarentena, a maioria das pessoas está passando 24 horas por dia junto dos seus animais. Mas, apesar de eles serem uma companhia maravilhosa, isso pode resultar em complicações quando tudo normalizar. | Leia mais na edição 1232, da revista Ana Maria.

ANA MARIA | 1232 | Julho 2020

O perigo do apego excessivo com o animal

ANA MARIA | 1232 | Julho 2020

Durante a pandemia, o consumo de alimentos não saudáveis em dois dias ou mais por semana aumentou 5% para embutidos e hambúrgueres, 4% para congelados e 6% para chocolates e doces. Já o consumo de verduras e legumes em 5 dias ou mais por semana caiu 4%, passando de 37% para 33%. Esses dados são do estudo ConVid - Pesquisa de Comportamentos, realizado pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais e a Universidade Estadual de Campinas. Em relação à prática de atividade física, entre as pessoas que se exercitavam 3 ou 4 vezes por semana, 46% deixou de se exercitar; e entre quem fazia atividade física 5 dias ou mais por semana, 33% deixou de fazer. Antes da pandemia, 30% das pessoas praticavam exercícios por mais de 150 minutos por semana, tempo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante a pandemia, o percentual passou a ser de apenas 13%. Manter uma alimentação saudável nesse período é fundamental para a imunidade. Por isso, a nutricionista Adriana Stravo elaborou algumas dicas de como se alimentar bem mesmo com a mudança na rotina: Não compre quantidades exageradas de cada coisa no supermercado. Primeiro, faça uma lista do que você tem em casa e, depois, vá e compre somente o que está faltando e que poderá ser consumido por duas semanas. E não se esqueça: comece consumindo o que você já tinha antes. Organize um cardápio com os ingredientes que não sejam perecíveis, como arroz, feijão, macarrão, grão-de-bico, tapioca, alguns vegetais e o que pode ser mantido congelado, como carnes. É preciso ter uma atenção especial com as frutas e os legumes frescos. Alguns duram mais tempo, como maçã, laranja, pera, cebola, batata, abóbora e cenoura. Por isso, comece pelos outros que estragam mais rápido. Frutas e legumes congelados também são uma boa opção, pois são nutricionalmente semelhantes aos frescos. Comece pelos frescos e, quando estiverem acabando, mude para os congelados. Para otimizar o espaço no congelador, tire os alimentos de suas embalagens originais e armazene-os dentro de saquinhos plásticos com zíper em porções do tamanho das suas refeições. Não se esqueça de rotular as embalagens, colocando o nome dos alimentos e a data de validade. | Leia mais na edição 215, da revista Sport Life.

SPORT LIFE | 215 | Julho 2020

Hábitos de alimentação e prática de exercícios mudaram com a pandemia, diz pesquisa

SPORT LIFE | 215 | Julho 2020

Gustavo Minas fala de sua trajetória na fotografia de cena de rua e conta como esse nicho vem sendo afetado pela pandemia do novo coronavírus | Leia mais na edição 286, da revista Fotografe.

FOTOGRAFE MELHOR | 286 | Julho 2020

Flanar em meio à tensão

FOTOGRAFE MELHOR | 286 | Julho 2020

Como Elvis se tornou o arquétipo do astro do rock em apenas dois anos | Leia mais na edição especial Elvis da revista Rolling Stones

ROLLING STONES | Especial Elvis | Junho 2020

O Rei do Rock

ROLLING STONES | Especial Elvis | Junho 2020

​​​​​​​Que as outras orquídeas não me escutem, mas estou doido para começar uma nova coleção, dessa vez de Tolumnia

NATUREZA | 389 | Junho 2020

Tolumnia: pintada pela natureza

NATUREZA | 389 | Junho 2020

Quando um casal decide realizar um ensaio com um fotógrafo profissional, surge sempre a questão: “Onde fazer as imagens?"

FOTOGRAFE MELHOR | 285 | Junho 2020

Como fugir do óbvio em ensaio de casais

FOTOGRAFE MELHOR | 285 | Junho 2020

O avanço da idade traz consigo o risco de algumas doenças, mas a ciência já sabe quais atividades físicas podem ser feitas para prevenir ou controlar as mais comuns entre a população idosa Leia mais na edição 203 da revista Viva Saúde

VIVA SAÚDE | 203 | Maio 2020

Exercício é Remédio

VIVA SAÚDE | 203 | Maio 2020